domingo, 24 de setembro de 2017

Companheirismo

Mais do que corpo, mais do que sentir, sentidos e olhares.
Mais do que o querer e o desejar...
Muito mais e além disto tudo, é o companheirismo. Algo que só vem quando se tem sentimento...
Algo que só vem realmente, quando se conhece o outrem e/ou ao menos se disponibiliza para se deixar conhecer e conhecer a si mesmo.

O companheirismo existe, principalmente quando sabemos dar o momento do outro, perceber quando quer ou não um momento só para ele. (Algo impossível a grudentos e ciumentos).

O companheirismo existe também, quando sabemos escutar sem pré julgamentos ou ouvir apenas o que gostaria de ouvir, e sim ouvir no todo e se for preciso, diz algo. (É, este os mentirosos não alcançam).

O companheirismo acontece de repente, sem pressão ou força contrária, na biologia nas suas difusões, o companheirismo seria uma difusão facilitada, uma osmose. Rs (Humanas e Biológicas vão compreender)

O companheirismo só deixa de existir, quando uma das partes passa a pensar somente em si, e se esquece que para um corpo se movimentar, necessita de duas pernas, e enquanto uma esta aérea, a outra esta firme no chão, buscando sempre manter o equilíbrio, pois sabe que no próximo passo, será sua vez de estar aérea e confiar no equilíbrio do outro (ou da outra).


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Por aí...

Por aí vai um pensamento.
Às vezes reflexivo, outras sem destino,
e tantas outras, por que não pede peemissão para acontecer.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Leitura - Sem Título

Ebaaa!!

E o Sem Título virou vídeo. Hahaha'

Vejam o vídeo, vejam o texto! Uhul!

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Sem Título (Youtube)
 Sem Título

domingo, 13 de setembro de 2015

Betto e Parceria (Parça) #001


Já que o blog e o vlog são monitorados pela mesma pessoa, nada mais justo que eu usar o blog para divulgar meu vlog, uma vez que a mesma pessoa a constitui. xDDD

É isso aí. Betto e Parceria #001, porque pessoas interessantes, conhecem pessoas interessantes (:



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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Daqui de Cima

Interessante como muitas vezes, não nos atentamos o quanto já crescemos, desenvolvemos, evoluímos...
Esses dias, estava em casa e fui simplesmente pegar um copo no armário, após a cirurgia no ombro mesmo pegar um copo no armário que está a 10 cm da minha cabeça era difícil,  desta vez foi diferente, sem me dar conta já estava pegando o copo com a mão esquerda.
Da mesma forma aconteceu com o desenvolvimento dos alunos, quando me dei conta, já estavam fazendo coisas maiores e melhores.
E é assim com tudo que acontece ao nosso redor: Seus pais, filhos,  estudos, grama, cabelo, roupas, trabalho, inclusive com esse texto, que no começo era apenas um título, se tornou um belo escrito e ja chegou ao fim.

sábado, 24 de janeiro de 2015

O meu passado não me condena

Em busca de um texto, crônica, poema, discurso sobre "A importância do Passado", não encontrei muitas coisas (na verdade quase nada), por isso, resolvi escrever o meu.

Durante a busca, percebi que poucas pessoas pensam em retratar a importância do passado, por que corre o risco de se apegar a ele, do que compreender que o que passou nos ensina a amenizar o presente e preparar melhor o chão para o futuro.

Digo isso por que lembro de uma amiga que, tem como se fosse um calendário na mente. É incrível como ela pode lembrar de todos os fatos da vida de forma rápida e simples, mas sempre a favor. Cada movimento que ela vá fazer, sentimento que vier a tona, pessoa nova que entre em sua vida, consegue ter um breve momento de reflexão de quão bom ou ruim será aquilo e seguir como folha ao vento.

Em contrapartida, tenho uma outra amiga que por incrível que pareça, tem também um calendário mental, entretanto, esta foca nos pesares e dores deste calendário mental. Cada momento, sentimento ou pessoa, traz o passado como se fosse uma pedra pesada que faz com que pare de lutar. Deixando de viver qualquer tipo de momento que possa ter, deixando de arriscar cair para re-aprender e até mesmo a chance de não cair.

O meu passado
não me condena,
só quem pode
me condenar,
sou eu mesmo.

Como você está com seu passado?